terça-feira, 24 de junho de 2014
Adequar o tratamento sempre! Adolescência
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Novas metas de Hemoglobina Glicada para Jovens apresentada pelo ADA, nesse congresso.
A Yara enviou um resumo do que viu apresentado no Congresso que acontece em São Francisco.
Os experts revisam níveis ideais de hemoglobina glicada para crianças e jovens com diabetes tipo 1.
As metas são mais baixas, mas os pacientes jovens precisam de cuidado individualizado, segundo as recomendações da Associação Americana de Diabetes (ADA).
Segundo a ADA, pacientes de menos de 19 anos devem manter os niveis de A1C menores que 7.5%, os esforços devem ser redobrados no grupo mais sensível de controle, os adolescentes.
Os valores prévios recomendados eram 8.5% em menores de 6 anos, 8 %para as crianças de 6 a 12 anos e 7.5% de 13 a 19 anos. Esses níveis eram recomendados para evitar complicações de hipoglicemia, mas os estudos mais recentes mostram que a hiperglicemia pode levar ao desenvolvimento de complicações sérias em crianças, incluindo doenças cardíacas e renais. Pensava-se antes que isso ocorria somente em adultos.
Esse valor for comunicado na reunião anual da ADA, em São Francisco, dia 16/06/2014 e é o mesmo recomendado pela Sociedade Internacional de Diabetes Pediátrico e do Adolescente.
Isso não significa que a hipoglicemia não é um problema, mas existem novas armas para monitorizar a hipoglicemia e detecta-la mais precocemente.
Esses níveis devem obviamente ser individualizados.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Mamãe Pâncreas hospitalizada, e agora?
Pois é, na ultima semana um cálculo no rim esquerdo, me deixou hospitalizada por 5 dias.
Sem programar, sem avisar, uma pedra de 1cm que estava no rim, se moveu para o ureter e assim cólica atras de cólica, até chegar a cirurgia por sonda para retirada dela.
E vocês me perguntam, e o Enzo? Quem administrou a vida do Enzo nesse periodo?
Não foi fácil, pois não podia ficar sozinha no hospital, em cada cólica precisava de ajuda.
Minha mãe (meu braço direito e esquerdo) deixou uns medinhos de lado e desbravou no que conseguia. Assumiu levar e buscar na escola, colocar carboidratos do almoço e jantar, e na dúvida ligava para o Bráulio pedindo ajuda! E quando nao estava com o Enzo, estava comigo, ainda voltava para casa para fazer almoço e janta para todos.
O Bráulio (meu maridex lindo, rs!) estava na cidade (o trabalho dele inclui viagens semanais) e conciliou junto a minha mãe, o trabalho e o Enzo.
Minha mãe tem receio das madrugadas com o Enzo. Então ela dormia no hospital e perto das 10:00 o Braulio vinha para o hospital com o Enzo no carro e passava ele para o carro dela e ela ia para casa, fazia almoço e levava o Enzo para escola, enquanto o Bráulio já tinha organizado o lanche, colocava todas a informações na agenda e ia para o hospital comigo.
Ele chegava do trabalho e ia para o hospital enquanto ela buscava o Enzo e fazia janta e depois faziam a troca novamente.
E assim foi!
Muitas maezinhas disseram ter pensado em como, estaria fazendo para administrar tudo, assim foi.
Deixo algumas colocações:
1- Quem, além de você, se prontifica (eu respeito o "medo" e o "receio" de outros pelo cuidado de uma criança diabética, vários fatores inteferem) a querer saber como "funciona" a vida do seu filho? E nessa pergunta, incluo os parceiros.
2- Há em algum lugar, um "manual" de cuidados para que qualquer pessoa consiga ao menos realizar uma aplicacão de insulina apos um teste de glicemia?
3- Há em algum lugar, o contato da equipe médica?
4- Com quem (de verdade!) você poderia contar, numa situação dessas?
Não é para alarmar, ficar em depressão, se sentir sozinha. . . É uma questão a ser pensada, pois na segunda eu leventei ótima, e dormi internada e retornei para minha casa depois de 5 dias.
Não tenho ajudante em casa, não tenho babá ou auxiliar com o Enzo, sou DO LAR.
Se você nao tem com quem contar, apoio, é um momento para pensar em algumas saídas.
Agradeço imensamente o carinho que eu recebi, e todas as boas energias enviadas!
Agradeço diariamente a Deus pela saúde e paz na minha familia e pelos amigos que sempre tenho por perto.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Dia das Mamães Pâncreas -Historia da Ariana Gadioli
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Algumas Noticias da Europa!!!!!
Algumas noticias da Europa
Pra quem nao me conhece, sou a Yara, mãe da Laura, 6 anos, DM1 desde os 2 anos e 9 meses. Moramos em Paris há quase 11 anos.
1- Interferência de um medicamento com a leitura de um glicosímetro especifico
Eu trabalho na Roche em Paris, na divisao medicamentos (nao é a divisao "diagnosticos", que faz a bomba e os glicosimetros).
Como o Rocephim é da Roche (o genérico se cama ceftriaxona), tive acesso à informação que a Roche enviou uma carta aos profissionais de saúde em relação à interferência que pacientes em tratamento com esse medicamento (antibiótico, tratamento de certas infecções) podem ter a leitura da glicemia subestimada com o leitor Accu-Check Mobile. Parece que esse leitor nao existe no Brasil, é um leitor quer nao usa fitas mas um tipo de fita-cassete que roda e permite a leitura de 50 glicemias, quando entao troca-se a fita cassete. A Roche recomenda usar outro leitor durante o tratamento com Rocefim.
Fica aí a informação por curiosidade, pra saber que esse tipo de coisa pode acontecer.
Não recomendo que as pessoas se alarmem com essa informação e concluam que isso pode acontecer com outros leitores e outros antibióticos. Realmente, nao é o caso no estado atual.
2- Um relato de experiência com a Omnipod, a bomba sem fio
Nessas "férias de Páscoa" (aqui tem ferias escolares de 2,5 em 2,5 meses mais ou menos) esse ano, passamos uma semana num resort na Turquia, em Belek, com uma amiga. Ela também tem uma filha DM1, de 7 anos, a franco-russa Vladys (foto 1). Essa mamãe pâncreas, Tatiana, sempre correu atrás de tudo que é avanço tecnológico e conforto, sem preocupações com custo. A máfia russa Ahahaha! Brincadeira, claro.
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| Foto 1 - Vladys |
Há alguns meses ela comprou a Omnipod, a bomba sem fio pra Vladys.
Essa bomba não existe no Brasil, nem na França! Aqui na França o problema é interesse econômico, eles não conseguiram (ainda) obter reembolso do governo.
Mas pode-se adquirir, com receita, na Suíça ou Alemanha. O controle remoto custa mais ou menos uns 400 euros e depois o custo médio é de 300 euros por mês, com os "Pods".
O controle remoto (foto 2, ao lado de um telefone Samsumg, pra dar uma idéia do tamanho) controla os "Pods" (foto 3), que sao,na verdade são pequenas bombas-patch descartáveis. A cada 3 dias troca-se o pod, assim como trocamos o cateter, colando o pod na pele e pronto. O pod usado vai pro lixo. Detalhe: o controle remoto faz também a glicemia, e essa informaçao vai direto entao pra controlar o bolus e pra fazer os graficos. E claro, o pod é à prova d'agua (banho, mar, piscina, tudo com ele).
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| Foto 2 |

Fotos 3 - Pod, colocado na perna

Fora isso, tudo é idêntico. Os parâmetros da bomba são todos manipulados no controle remoto.
Nessa semana que passamos juntas, houve um descolamento de um Pod (detalhe: o cateter da Laura descolou 5 vezes também, o que é inédito...). Ela teve que trocar. E houve também um problema com um Pod que não funcionava mais. Nesse caso, parece que o fornecedor dela substitui, ela só tem que mandar uma foto com a mensagem de erro.
Ela disse que isso já aconteceu algumas vezes, mas acontece cada vez menos.
A Vladys faz também uma reação cutânea importante com a cola do adesivo. Elas usam um outro protetor entre o pod e a pele. E elas colocam também um tipo de filme plastico pra proteger o pod.
O que eu achei:
Fui morrendo de "medo" de ficar tentada por essa bomba.
Não fiquei. Achei grande. Até que aqui isso nem é tanto um problema, já que faz frio a maioria do tempo e as pessoas estão sempre com roupas mais espessas, mas achei que marca muito na roupa. A boa noticia é que já existe um modelo menor no mercado.
Paradoxalmente, achei ruim o fato que ela seja colada, não da pra tirar se necessário, até a próxima troca.
A Laura viu e gostou, até disse que queria a mesma, mas não insistiu.
Eu havia falado coma médica dela, na hipótese de eu decidir me aventurar e comprar também. Ela não foi contra, mas também não foi a favor, disse que ela mesma não conhece a técnica e que preferiria continuar com o que ela conhece.
Muito bacana, em geral, mas não me entusiasmou ao ponto de achar que o custo vale à pena.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Mamãe de um DM1... mais uma história para homenagem ao dia das mães!
Essa mamãe, Emily, com toda coragem que tem, nos conta sua história com o diabetes do Felipe!!!
E quantas de nós, mamães, não passaram por situação parecida no diagnóstico.
O que tenho a lhe dizer Emily, tudo isso vai se acalmar, tendo a consciência do que é necessário, insulina, monitoramento, você vai se fortalecer! E conte comigo!!!!
Obrigada por me repassar sua históría, tenho certeza de que muitas mamães vão se lembrar de como foi dificil no diagnóstico e nos primeiros meses. Felipe é um fofo!!!!
Beijos!
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Coelhinho da Páscoa o que trazes para mim?????????
| Açúcar em primeiro lugar, e mostra que a porção de 25 gramas de ovo (1/6) |
| Cada porção tem 13 gramas de carboidrato |
| 25 gramas de peso do produto é essa quantidade de ovo |
| A metade desse ovo tem 83 gramas, dividindo por 25 gramas por porção consideramos a divisão dessa metade em 3 pedaços. |







